terça-feira, 30 de outubro de 2012

O que estamos fazendo

O nosso curso está a todo vapor e nessa etapa estamos trabalhando com os seguintes temas:

  • Esferas de atividade humana: compreender o conceito de esferas de atividade
  • A escrita em diferentes gêneros: refletir sobre as condições de produção dos gêneros, produzir um texto individualmente
  • Elementos constituintes dos gêneros: compreender os elementos constitutivos dos gêneros, analisar e rever os textos produzidos pelo grupo;
  • Retomando a construção do blog: colaborar na produção da segunda postagem no blog 


Por isso  nesse momento o blog está abordando essa  temática que é para deixar você leitor em sintonia com o que estamos publicando.
As próximas postagens serão os textos produzidos pelo grupo.Nossa tarefa era produzir  uma notícia para um jornal voltado para as classes mais populares, esse é o genero de discurso que estamos trabalhando.
Nele vemos sensacionalismo, exageros, são textos apleativos e com um linguagem mais simples, tudo isso para chamar a atenção do seu público.
Se observamos os jornais que circulam na nossas cidades conseguiremos perceber todas essas característica e ainda conseguiremos distinguir os seguimentos aos quis pertencem os jornais, para qual público estão destinados. As manchetes da primeira página nos dizem muito, procurem fazer essas observações.

Um gênero textual muito conhecido

                                                                     A notícia

                                       Um gênero textual de cunho jornalístico

Em se tratando da notícia, qual seria a intenção por ela pretendida? Certamente, a de nos informar sobre uma determinada ocorrência. Trata-se de um texto bastante recorrente nos meios de comunicação de uma forma geral, seja impressa em jornais ou revistas, divulgada pela Internet ou retratada pela televisão.

Em virtude de a notícia compor a categoria preconizada pelo ambiente jornalístico, caracteriza-se como uma narrativa técnica. Tal atribuição está condicionada principalmente à natureza linguística, pois diferente da linguagem literária, que, via de regra, revela traços de intensa subjetividade, a imparcialidade neste âmbito é a palavra de ordem.

Assim sendo, como a notícia pauta-se por relatar fatos condicionados ao interesse do público em geral, a linguagem necessariamente deverá ser clara, objetiva e precisa, isentando-se de quaisquer possibilidades que porventura tenderem a ocasionar múltiplas interpretações por parte do receptor.

De modo a aprimorar ainda mais os nossos conhecimentos quanto aos aspectos inerentes ao gênero em foco, enfatizaremos sobre seus elementos constituintes:

Manchete ou título principal – Geralmente apresenta-se grafado de forma bem evidente, com vistas a despertar a atenção do leitor.

Título auxiliar – Funciona como um complemento do principal, acrescentando-lhe algumas informações, de modo a torná-lo ainda mais atrativo.

Lide (do inglês lead) - Corresponde ao primeiro parágrafo, e normalmente sintetiza os traços peculiares condizentes ao fato, procurando se ater aos traços básicos relacionados às seguintes indagações: Quem? Onde? O que? Como? Quando? Por quê?

Corpo da notícia –
Relaciona-se à informação propriamente dita, procedendo à exposição de uma forma mais detalhada no que se refere aos acontecimentos mencionados.

Diante do que foi exposto, uma característica pertinente à linguagem jornalística é exatamente a veracidade em relação aos fatos divulgados, predominando o caráter objetivo preconizado pelo discurso.

As diversas formas da leitura e escrita

Por todos os lugares que passamos, seja em casa, na escola, no trajeto que fazemos de um lugar a outro, no parque de diversões, no shopping, enfim, em muitos outros, deparamo-nos com uma diversidade de textos, não é verdade? No entanto, nem sempre temos a curiosidade de analisá-los, levando em consideração as características que os constituem. Muitas serão as intenções de um texto, variados serão os interlocutores (as pessoas para quem é destinado um determinado tipo de texto), e ele poderá ter sido produzido em diversas situações.
Gêneros textuaisVamos analisar, portanto, as finalidades: 
- uma reportagem é produzida no sentido de nos deixar informados sobre os acontecimentos da sociedade, do dia a dia;
- um manual de instruções, uma bula de remédio e uma receita culinária servem para nos orientar acerca de algo;
- um panfleto e um anúncio publicitário têm o propósito de nos chamar atenção para um determinado assunto, como é o caso das propagandas, dos outdoors, dentre outros exemplos.
Dessa forma, dependendo dos elementos analisados acima (quem escreve, para quem escreve, em que situação se produz, quais as intenções determinadas pela mensagem), temos o conceito de gêneros textuais

 

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Entrevista - Roger Chartier - O Mundo que Lê




Estava  navegando na internet e encontrei essa entrevista concedida pelo
historiador francês  e  ele afirma que  a alfabetização crescente e  a maior disponibilidade de textos na era digital aumentaram o interesse pela leitura.
Nessa entrevista ele  dismitifica a questão que  o jovem não gosta de ler, aborda a questão da leitura no meio digiral. A entrevista foi publicada na edição do mês de dezembro de 2011 da Revista Educação. Veja um trecho da publicção:

 
A humanidade nunca leu tanto quanto hoje. Por um lado, a era digital faz com que os textos estejam mais disseminados. De outro, a população mundial é cada vez mais alfabetizada. Nesse cenário, descrito pelo historiador francês Roger Chartier, é papel da escola ensinar aos jovens que existem diferentes formas de ler para diferentes necessidades. E, se as salas de aula devem incorporar a presença de computadores, internet e tablets como ferramentas, também é fundamental que os professores continuem a trabalhar a leitura de livros clássicos. "Não porque eles são 'clássicos', mas porque, com outros, mas talvez melhor do que outros textos, ajudam a pensar sobre o mundo, natural ou social, a compreender as relações com os outros, a fazer as perguntas essenciais da existência e a desenvolver uma crítica às instituições, às informações, às autoridades", defende Chartier. Profundamente respeitado e estudado no Brasil e no mundo, Chartier é professor da Universidade da Pensilvânia e do Collège de France, diretor de estudos da École des Hautes Études en Sciences Sociales (Ehess), uma das mais importantes faculdades de história do mundo, e é considerado atualmente um dos principais pensadores no que se refere à história do livro e dos hábitos sociais de leitura. Em entrevista à repórter Carmen Guerreiro, o historiador francês fala sobre a importância das diferentes plataformas digitais para a leitura no mundo de hoje, e também frisa sua tese de que o texto muda de acordo com o meio no qual foi publicado - porque mudam também a formatação, a maneira de folhear ou fazer referências, a atenção que se exige. Além disso, o texto está sujeito ao próprio contexto de quem o lê. Para ele, classe social, idade, sexo, religião e outras características são fundamentais para determinar que tipo de leitura uma pessoa fará de um texto. Chartier lembra, no entanto, que na escola a leitura não pode ser reduzida a "exigências utilitárias". "Os livros devem também fazer sonhar, divertir, permitir a reflexão, desenvolver o espírito crítico", afirma.

Unesco / Edson Fogaça
O senhor defende que a leitura é muito pessoal e que seu significado depende do formato em que ela se apresenta e da interpretação que se dá ao texto. O que isso significa?


Toda leitura é um encontro entre um texto e um leitor. Mas, por um lado, o texto lido está sempre em um meio físico de escrita (um livro, uma revista, uma tela), o que contribui para o seu significado. Neste sentido, podemos dizer que formas materiais de escrita afetam o significado dos textos. Esta é a forma do objeto escrito, do formato do livro, do layout, da presença ou não da imagem, etc. Por outro lado, a liberdade de interpretação de cada leitor depende das habilidades, hábitos, normas e práticas de leitura que ele ou ela compartilha com outros leitores que pertencem à mesma "comunidade de leitura", definida por classe social, idade, sexo, religião, etc. A partir daí, surge a ideia de que um texto se transforma. Mesmo que ele não mude em sua literalidade, ao mudar de formas materiais e ao mudar seus leitores - ou leituras
Você se interessou pela entrevista e quer continuar lendo, clik aqui: http://revistaeducacao.uol.com.br/textos/177/o-mundo-que-lehistoriador-frances-afirma-que-alfabetizacao-crescente-e-243666-1.asp

Um novo olhar

"Quem ensina aprende ao ensinar e quem aprende ensina ao aprender." (FREIRE, 1998)
                                                          
No passado, a escola foi responsável por levar informação e propiciar a formação dos alunos. O professor era o detentor do saber e o aluno um receptáculo. Hoje a escola assume um novo papel, mas para isso precisa aceitar a existência de uma nova sociedade, a sociedade da informação, onde o professor é sujeito da produção do saber e o aluno um cidadão capaz de selecionar a informação e transformá-la em conhecimento.

Segundo Moran, “Na sociedade da informação, todos estamos reaprendendo a conhecer, a comunicar-nos, a ensinar, reaprendendo a integrar o humano e o tecnológico, a interagir o individual, o grupal e o social.”

Vivemos na era da informação e da comunicação que avança rápida e dinamicamente em relação aos recursos tecnológicos, em que o  papel da escola é o de  preparar o jovem para lidar, selecionar e criticar todo tipo de informação de forma rápida e reflexiva. Para tanto é fundamental que a escola se reconheça como um lugar de formação, que deve preparar o educando para ser reflexivo e crítico, utilizando-se dos recursos, também, dos recursos tecnológicos.

“Com o advento da Internet, é preciso decidir o que significa ensinar e aprender hoje.” - Profº Simão Pedro do Programa de Pós-graduação em Educação da PUC Minas. Assim, o professor do século XXI é desafiado a manter-se em formação contínua, a assumir uma nova postura,  preparar-se para mediar, pesquisar, refletir e repensar a prática atual rumo a novos caminhos e novas conquistas, apropriar-se dos recursos novos como ferramenta no auxilio ao processo de aprendizagem. Para isto, deve inovar as estratégias, pensar, planejar, aguçar a curiosidade, socializar, interagir e principalmente não limitar o uso das tecnologias. O aluno, de hoje, consegue repartir sua atenção e realizar diversas tarefas ao mesmo tempo, utilizar recursos tecnológicos diferentes e participar de diversos contextos, além de acessar conteúdos que abrangem não somente texto, mas também som, imagem, multimídias e vídeos. Devem portanto, ser instigados a buscar informações e transformá-las em conhecimento.
                   

domingo, 21 de outubro de 2012

Divulgue


Olha que dica bacana: acessem o link abaixo e receba,  gratuitamente, os livros da coleção Itaú


Sua missão: ler e inspirar.

Para cuidar do presente e do futuro das crianças dependemos de um importante personagem: você.
Por isso, leia para uma criança e incentive outro adulto a fazer o mesmo.
 

Ler para uma criança contribui
para sua educação e bem-estar.

Esse é o papel e a responsabilidade de todos nós. Acredite.
Ler para uma criança é um ato capaz de provocar efeitos muito
positivos no seu desenvolvimento.
E quanto mais pessoas toparem essa aventura, mais feliz
será o final dessa grande história.

 
 

sábado, 20 de outubro de 2012

Minhas memórias de leitura

Essa é a mais  uma atividade proposta para o nosso curso.Nessa etapa a comanda refere-se a nossas  primeiras experiências com a leitura e escrita. Os integrantes do blog ou seja do grupo deveriam produzir um texto contando as experiências.
Leiasm os textos que se seguem e divirtam-se. deixem seus comentários.



As minhas primeiras viagens

"A leitura pra mim é algo que me transporta para múltiplos lugares, me fascina e me encanta. Meus primeiros contatos com a leitura se deram através de histórias em quadrinhos, revistas e literatura infantil. Tínhamos uma coleção de contos de fadas e folheava os livros, ainda não era alfabetizada, a medida que fui entrando pelo mundo da leitura já de posse das letras voltei aos livros de contos de fadas, depois nunca mais parei de ler. Outra experiência, com a leitura que marcou a minha vida, foi a descoberta do mundo através da revista "National Geographic", daí nasceu o gosto pela Geografia, minha primeira formação acadêmica. Viajava pelas páginas das revistas, não perdia uma edição e até hoje essa revista me fascina.

A minha experiência com a revista "National Geographic" me despertou para o mundo ao meu redor, me transportou para lugares que não imaginava que existiam e me encantou, a cada revista lida um novo lugar surgia a minha em minha mente e procurava através de livros e mapas saber mais. Para quem aprecia fotografias sabe que a imagem nos prende, e sua "leitura" mostra aquilo que o fotografo nos quis transmitir.

Outra vivência interessante e que de certa forma veio completar minhas experiências leitoras, se deu no decorrer do meu curso de magistério: tinha uma professora de Língua Portuguesa, infelizmente não lembro seu nome, que era fantástica e nos despertou para a interpretação da leitura e mais precisamente a literatura brasileira, que me levou a conhecer o nosso Brasil através de Guimarães Rosa, Graciliano Ramos, Erico Veríssimo, José Lins do Rego e tantos outros. A Geografia mais uma vez se destacava nas minhas leituras.



Eu, como você e muitos de nós, estudei e fui alfabetizada através da Cartilha Suave. Depois de alfabetizada mergulhei no mundo da leitura, como já disse, lia de tudo. Tinha uma série, aliás, tem até hoje, "Série Vaga Lume", li todos e tenho-os até hoje: A Ilha Perdida, Menino de Asas, Mistério do Cinco Estrelas, Escaravelo do Diabo...

Sempre fui rata de biblioteca, mesmo que não estivesse precisando estava sempre lá fuçando nas prateleiras, em busca de um título interessante.

Ler é um ato importantíssimo para a vida estudantil o  aluno que não lê tem seu vocabulário restrito e não tem conhecimento pra debater, discutir e argumentar. Na maioria das vezes não é capaz de entender um texto básico. Isso se deve ao fato de ele nunca ter sido estimulado a ler, e ler de tudo que pudesse passar pelas suas mãos.

Ao ler e conversar com colegas professores foi possível conhecer  muitas experiências maravilhosas. Eu mesmo tenho alguns episódios. Sabe tenho dois filhos e quando eles eram pequenos nós pegávamos um dicionário e escolhíamos uma palavra qualquer e assim apresentava a eles o seu significado, eles se divertiam muito e tinham muita curiosidade para aprender. Até hoje eles tem o hábito da leitura, e gostam de ler de tudo. Esse foi um hábito que aprenderam em casa e foi estimulado pela escola.

Gostar de ler é uma questão de hábito e infelizmente nossos alunos não tem o hábito da leitura e por isso muitos acham a atividade uma coisa muito chata.

Precisamos despertar esse interesse pela leitura e assim resgatá-la Mas como podemos fazer isso?"

Texto escrito por Amarilda J. T. da Silva



Recordar é viver

"Meu contato com a leitura não aconteceu logo nos primeiros anos de minha vida. Meus pais não eram leitores e, portanto, não podiam formar leitores. 

Quando iniciei meus estudos, no jardim de infância, minha professora, D. Bely, era amante dos livros e os apresentava para nós com carinho, respeito, cuidado. Recebia-nos pela manhã com um sorriso no rosto e sempre com uma história, às vezes de fadas, ou de esperteza, de assombração, poemas ... mas eu gostava muito dos contos de fada. Diz Bruno Bettelheim que o conto de fadas tem um efeito terapêutico na medida em que a criança encontra uma solução para as suas dúvidas através da contemplação do que a história parece implicar acerca dos seus conflitos pessoais nesse momento da vida. Nesse período, eu tinha um pai muito doente, que não chegaria a me ver entrar sequer na adolescência. E uma mãe que precisa ser “dura”, talvez pela responsabilidade que cada dia mais caia sobre ela. Mas, “alguns livros funcionam como uma chave para as salas desconhecidas do nosso próprio castelo” (Franz Kafka), e assim a literatura cumpria seu papel, papel este que hoje compreendo bem. A voz da professora encantava, seu olhar era apaixonante e parece que ela tomava parte de todas as histórias, assim cada um de nós podia também se envolver, viajar e caminhar por um mundo novo, imaginário, mas ao mesmo tempo muito real. Eram os melhores momentos vividos por todos, acredito. A classe permanecia em silêncio e, ao final, aplaudíamos maravilhados com as palavras que saíam de sua boca.


Na sala de aula, tínhamos um cantinho, o famoso cantinho da leitura e lembro-me que lá podíamos ter acesso a gibis, textos, livros, um mimo que infelizmente não existia em minha casa.



Certamente essa professora influenciou-me. Quando leio, recordo-me de como gostava de ouvir histórias e, então, faço todo o possível para mostrar a meus alunos, filhos, pessoas que fazem parte de meu convívio e que ainda não possuem o gosto pela leitura, que esse é o caminho mais valioso e transformador que se pode seguir."
Texto de Ana Lúcia da Silva Vale Amado




Apaixonada por poemas desde pequena



 "Quando era criança não tinha muitos livros em minha casa, minha família era simples. Mas, minha alegria era quando uma tia minha de São Paulo vinha passar as férias na casa dos parentes e trazia de presente para mim vários livros como: Pinóquio, Cinderela, Branca de Neve,etc. Eu lia os mesmos livros por diversas vezes e adorava observar as imagens.






Na minha adolescência era apaixonada por poemas, principalmente sonetos de Vinícius de Moraes e José Guilherme de Araujo Jorge, ficava horas e horas me deliciando com estas leituras. Muitas vezes, quando acabava a aula, preferia não ir para casa e ficar na biblioteca pesquisando livros que tinham poemas e ali permanecia e não via o tempo passar.

Até hoje, uma das minhas leituras prediletas são poemas,  gosto demais de Shakespeare e de literaturas que abordem temas históricos.

Gosto de ler de tudo incluindo revistas, receitas culinárias, artigos de saúde, jornais e até histórias em quadrinhos.

Quanto a escrita, fui pouco incentivada na escola e na faculdade precisei ler muito e isto me ajudou bastante, pois hoje escrevo bem melhor e consigo expressar minhas opiniões.

O gosto pela leitura, me fez entender diversas coisas que jamais entenderia sozinha e transformou a minha maneira de ser e de pensar!"

Texto escrito Luciane Françoso
 

Solte a sua imaginação.
Abra e leia um livro, uma revista, um mapa, um guia de rua.
Desenvolva o hábito da leitura
Ler é um ato mágico. Eleva a alma e engrandece o ser humano

 

A cada linha uma porta aberta


Vivemos num mundo muito diferente daquele dos nossos avôs, dos nossos pais. Hoje a tecnologia invade cada espaço e se faz presente em todos os momentos de nossas vidas e está em todo lugar.
Nesse novo espaço onde tudo é acelerado e dinãmico ainda tem espaço para algo tão simples e importante: a ato da leitura.
Ler, seja um livro, um artigo, uma revista, estando em nossas mãos ou na 'janela", na tela de um computador é algo sublime, mágico. A leitura ainda é algo que nos transporta, nos faz viajar através do tempo, nos desperta a imaginação, nos trás conhecimento. Mesmo depois de tanta evolução da tecnologia e do mundo ela não perdeu a sua essência.
A cada  página virada novas palavras passam a fazer parte de nosso vocabulário, novos conhecmentos adentra novas mentes. As portas vão se abrindo a medida que entramos por esse labirinto infinito. A leitura pode nos levar para mundos novos, aldeias distantes, civilizações perdidas no tempo.









O que há nas páginas de um livro?

Livros Resenhas de livros   onde encontrar
Ao abrir um livro, abrimos a nossa imaginação. Podemos viajar através do tempo e espaço.


Apresentação


 
A ideia do "aviagempelomundodaleitura" partiu da necessidade de criação de um blog como tarefa essencial para o curso "Leitura e Escrita em Contexto Digital - 2ª Edição", promovido pela EFAP (Escola de Formação de Professores "Paulo Renato Costa Souza" da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo.
Com este blog pretendemos postar aos leitores nossas experiências com a leitura e a escrita e experimentar novas ferramentas pedagógicas que nos auxiliem no trabalho em sala de aula.
Nosso grupo é composto por cinco pessoas:  Ana Lucia da Silva Vale Amado, Amarilda de Jesus Teixeira da Silva, Aparecida de Fátima Duarte, Luciane Rodrigues Françoso e  Patrícia Aparecida Rodrigues Marques